Vacinação contra aftosa encerra no Planalto, mas segue na região do Pantanal

Vacinação contra aftosa encerra no Planalto, mas segue na região do Pantanal

Postado em: 4 de junho de 2016

Vacinação contra aftosa encerra no Planalto, mas segue na região do Pantanal

No último dia 1 de junho, quarta-feira, acabou o prazo para vacinação obrigatória do rebanho bovino e bubalino da região do Planalto de Mato Grosso do Sul contra a febre aftosa. Também foram imunizadas as fêmeas de três a oito meses contra brucelose.

Dados preliminares da Iagro registram que nas 51 mil propriedades da região do Planalto, possuem 16 milhões de cabeças de gado. Destes, mais de oito milhões (cerca de 52%) já foram vacinados e registrados no sistema. O período de registro da vacinação na região segue até o dia 16 de junho.

Na região do Pantanal, a vacinação encerra no dia 16 de junho, com o prazo para registro até 1 de julho. São 3,2 milhões de animais distribuídos nas 1.565 propriedades, sendo que 1.037.942 (52,97%) já foram vacinados e registrados no sistema.

O trabalho de vacinação é de responsabilidade dos produtores, porém, em alguns casos, essa vacinação é acompanhada pelos técnicos da Iagro, dentre eles, os agentes, gestores e auxiliares -, como aldeias indígenas, assentamentos, periferia e propriedades consideradas de maior risco para a enfermidade.

Fronteira

Na região de fronteira, a vacinação acabou no dia 15 de maio. Nas 4.722 propriedades rurais da região de fronteira de Mato Grosso do Sul, são cerca de 668 mil animais. A primeira etapa deste ano da vacinação contra febre aftosa em Mato Grosso do Sul teve início na região de fronteira – considerada uma das mais vulneráveis por causa da divisa com a Bolívia e Paraguai.

O último foco de febre aftosa registrado em Mato Grosso do Sul foi em 2005. Atualmente, o Estado tem status de zona livre de febre aftosa com vacinação, reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

“É muito importante o trabalho dos pecuaristas e dos servidores da Iagro para garantir o status adquirido pelo Estado, além de garantir sanidade do rebanho e saúde à mesa da população”, comentou a presidente do Sigeasfi, Luiza Coutinho. A presidente reafirmou o compromisso desses servidores, que mesmo sem o devido reconhecimento por parte do governo do Estado, executam o trabalho com excelência.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sigeasfi, com informações da Assessoria da Iagro