Técnicos da Iagro já vacinaram mais de 21 mil animais na região de fronteira

Técnicos da Iagro já vacinaram mais de 21 mil animais na região de fronteira

Postado em: 29 de abril de 2016

Técnicos da Iagro já vacinaram mais de 21 mil animais na região de fronteira

A primeira etapa deste ano da vacinação contra febre aftosa em Mato Grosso do Sul teve início na região de fronteira – considerada uma das mais vulneráveis por causa da divisa com a Bolívia e Paraguai. Desde o dia 1º de abril, estão sendo imunizados bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias, ou seja, de mamando a caducando, além das fêmeas de três a oito meses contra brucelose.

Nas 4.722 propriedades rurais da região de fronteira de Mato Grosso do Sul, devem ser vacinados contra a febre aftosa cerca de 668 mil animais. Um trabalho que é de responsabilidade dos produtores, porém, em alguns casos, essa vacinação é acompanhada pelos técnicos da IAGRO – agentes e auxiliares -, como aldeias indígenas, assentamentos, periferia e propriedades consideradas de maior risco para a enfermidade.

Desde o início da campanha, os técnicos da agência já acompanharam ou realizam a vacinação em 21.210 animais em 584 propriedades. Além disso, 23,90% do rebanho (159.823 cabeças) já foram declarados pelos produtores rurais como imunizados nesta região.

A área de fronteira compreende treze municípios do Estado e o prazo final da vacinação vai até 15 de maio.

No Planalto, a vacinação começa no dia 02 de maio e segue até 1º de junho. Nesta região, devem ser imunizados cerca de 15 milhões de cabeças de gado em 50.842 propriedades rurais. Já no Pantanal, para os optantes da etapa de maio, a campanha inicia também no dia 02 e vai até o dia 16 de junho, com um rebanho estimado de 2,6 milhões de animais de 1.557 fazendas.

O produtor rural tem até quinze dias após o término do prazo final de vacinação para fazer o registro junto ao site da IAGRO (www.iagro.ms.gov.br). Atualmente, Mato Grosso do Sul tem status de zona livre de febre aftosa com vacinação, reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Hoje, o Estado tem um rebanho bovino de 19 milhões de cabeças.

Por: Assessoria de Comunicação